Vértebras caudais fossilizadas de um dinossáurio do género Edmontosaurus

Para assinalar o dia da Terra escolhemos duas vértebras caudais fossilizadas de um dinossáurio do género Edmontosaurus
Os fósseis comprovam a existência de vida do passado geológico da Terra e o seu estudo permite decifrar como eram os organismos e os ecossistemas desde há milhões de anos (Ma). Troncos, ramos e pinhas, conchas, dentes e ossos são exemplos de partes duras, resistentes, dos organismos que melhor resistem aos processos geológicos que conduzem à fossilização. Por vezes, as partes moles, delicadas e frágeis dos organismos do passado ficam preservadas. Porém, os fósseis revelam uma ínfima parte da paleobiodiversidade da área em que foram recolhidos.
 
Os paleontólogos que estudam fósseis de dinossáurios descobrem informação que permite conhecer o seu aspecto, como se moviam, alimentavam e se reproduziam. Estas vértebras caudais fossilizadas, atribuídas a dinossáurios do género Edmontosaurus, juntamente com outros elementos de diversos esqueletos encontrados na América do Norte, em rochas com 70 a 66 Ma, permitiram descrever estes animais e perceber a sua abundância no final da Era Mesozóica. Os dinossáurios do género Edmontosaurus pertencem à família Hadrosauridae que contribui para a compreensão da diversidade de dinossáurios e do evento que extinguiu os dinossáurios não avianos há 66 Ma.

 

English version