A produção e a conservação dos diapositivos | Exposição MAGICA
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Como eram pintados os diapositivos e como podemos preservá-los?
Nesta sessão, Márcia Vilarigues, a investigadora principal do projeto MAGICA , e as investigadoras na área da conservação e restauro Vanessa Otero, membro do projeto, e Isabel Tissot clarificam as técnicas de pintura dos diapositivos de lanterna mágica, distinguem alguns dos produtores do século XIX e alertam para os problemas de conservação.
Moderação: Filipa Soares | Núcleo de Educação, Programação e Exposições, MUHNAC - ULisboa
Atividade realizada no âmbito da exposição "MAGICA: Ciência e Espetáculo no Século XIX"
Participação livre!
NOTAS BIOGRÁFICAS
Márcia Vilarigues é Professora Associada com Agregação do Departamento de Conservação e Restauro da NOVA FCT e Coordenadora da Unidade de Investigação VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes). A sua investigação é fortemente moldada por interesses interdisciplinares e centra-se principalmente na preservação da nossa história da cultura material, através do estudo de técnicas de produção artística e mecanismos de degradação dos materiais, em particular vidro e materiais pictóricos numa estreita interação com museus e monumentos.
Vanessa Otero é Investigadora Auxiliar do Laboratório Associado LAQV-REQUIMTE no Departamento de Conservação e Restauro da NOVA FCT. Doutorada em Ciências da Conservação, a sua investigação centra-se no estudo de materiais para artista, abrangendo a sua produção histórica, a estabilidade das suas cores e os métodos analíticos para a sua identificação em objetos patrimoniais.
Isabel Tissot é conservadora-restauradora de metais e Investigadora Auxiliar do LIBPhys da NOVA FCT, focando-se no estudo e conservação do património metálico, especialmente de objetos industriais, científicos e técnicos. Doutorada em Engenharia Física e mestre em Electroquímica Aplicada pela Universidade de Lisboa, é também licenciada em Conservação-Restauro pela NOVA FCT. Com mais de 20 anos de experiência no sector público e privado, trabalhou em instituições como o antigo Instituto Português de Conservação e Restauro e a Haute-École Conservation-Restauration, na Suíça.
